Gestão da Fraude Online na Era Digital
About this course
Bem-vindo(a) ao seu curso sobre Gestão da Fraude Online na Era Digital!
O cibercrime custou à economia global mais de 8 biliões USD em 2023, e África não é excepção: a fraude em dinheiro móvel, campanhas de phishing e ataques de ransomware estão a aumentar rapidamente à medida que a adopção digital se acelera no continente. Este curso dota os decisores políticos, reguladores e líderes do sector público com os conhecimentos práticos para detectar, prevenir e responder à fraude online nos seus próprios contextos.
Ao longo de quatro módulos focados, irá explorar o panorama da fraude online - as suas técnicas, consequências e sinais de aviso - e depois avançar para as práticas de cibersegurança e protecção de dados, a avaliação e gestão estruturada de riscos, e as tecnologias de detecção, estratégias de educação e quadros legais que completam uma resposta abrangente à fraude.
Resultados de Aprendizagem
Ao final deste curso, você será capaz de:
- Identificar as principais categorias de fraude online, tácticas de engenharia social e ameaças de malware relevantes para o contexto digital africano.
- Aplicar as melhores práticas de cibersegurança - palavras-passe fortes, autenticação multifactor, encriptação e comunicação segura - para reduzir a exposição à fraude.
- Analisar e implementar um processo de avaliação e gestão do risco de fraude em cinco etapas numa instituição pública ou organização financeira.
- Avaliar as tecnologias de detecção, as estratégias de educação e sensibilização, e os quadros jurídicos e regulatórios necessários para uma resposta nacional eficaz à fraude.
Para quem é este curso?
Este curso é destinado a funcionários governamentais, reguladores, pessoal TIC de ministérios, supervisores do sector financeiro e gestores do sector público em toda a África. É especialmente relevante para indivíduos que estão:
- Responsáveis pela política de cibersegurança, protecção do consumidor ou supervisão de serviços financeiros digitais.
- A desenvolver quadros nacionais ou institucionais de prevenção da fraude e protocolos de resposta.
- A procurar alinhar as práticas de gestão da fraude com instrumentos continentais como a Convenção de Malabo e a legislação nacional de protecção de dados.