
Bem-vindo ao seu curso sobre a Cibersegurança Continental: Implementação, Gestão e Desenvolvimento de Capacidades!
Este curso aprofunda a forma de pôr a cibersegurança em prática por toda a África, passando da política e dos princípios para a implementação, a gestão do dia a dia e a capacidade de que um país precisa para a sustentar. É essencial para decisores políticos e profissionais africanos responsáveis por operacionalizar a cibersegurança num contexto de rápida digitalização e de ameaças crescentes.
O currículo começa com o modelo de rede Zero Trust (nunca confiar, verificar sempre; assumir a violação; acesso de menor privilégio) e como o alcançar através de práticas de firewall, VPN, IDPS, criptografia e redes na nuvem. Em seguida, aprenderá a gerir incidentes e catástrofes usando CERTs, CSIRTs e SOCs, planeamento de contingência, resposta e recuperação de incidentes, e continuidade de negócio e gestão de crise. O curso aborda depois a proteção da Infraestrutura de Informação Crítica (CII), e encerra com o desenvolvimento de capacidades em cibersegurança e a proteção das crianças online.
Ao dominar estes conceitos, estará apto(a) a implementar, gerir e sustentar um programa de cibersegurança resiliente adaptado ao seu próprio contexto nacional.
Resultados de Aprendizagem
Após a conclusão bem-sucedida deste curso, você será capaz de:
- Aplicar os princípios da rede Zero Trust, nunca confiar e verificar sempre, assumir a violação, e o acesso de menor privilégio, para reforçar a postura de segurança de uma organização.
- Conceber planos de resposta a incidentes, contingência, recuperação de desastres e continuidade de negócio adequados ao seu contexto nacional.
- Avaliar estratégias para identificar, classificar, proteger e gerir a Infraestrutura de Informação Crítica (CII).
- Recomendar políticas de desenvolvimento de capacidades em cibersegurança, incluindo a formação da força de trabalho e a inclusão de género, e de proteção das crianças online.
Para quem é este curso?
Este curso destina-se especificamente a decisores políticos, funcionários públicos, reguladores e profissionais de cibersegurança em todas as nações africanas. É altamente benéfico para indivíduos que são:
- Responsáveis pela implementação ou gestão da estratégia, das operações ou da legislação nacionais de cibersegurança.
- Lideram ou aconselham sobre resposta a incidentes, proteção de Infraestrutura de Informação Crítica ou programas de desenvolvimento de capacidades.
- Procuram alinhar os quadros nacionais com instrumentos continentais como a Convenção de Malabo e a Estratégia de Cibersegurança da UA.





